Quando observamos que nos últimos anos o mercado pet tem sido alvo de
observação da economia como um dos segmentos que mais cresceram nos último
15 anos, em um primeiro momento podemos fazer uma análise superficial que
nos indicaria o mercado pet como uma excelente opção para um investimento.

E isso foi o que aconteceu, muitas pessoas investiram no mercado,
super-povoando cidades, bairros e ruas de todo o país com lojas e
estabelecimentos pet, os famosos petshops.
Cresceram em número e isso fez com que crescesse a demanda por profissionais
que atuassem nestas lojas como vendedores, balconistas, tosadores e
banhistas.

Mas este crescimento foi desordenado, pois não havia, e infelizmente ainda
não há em grande escala a preocupação com a formação destes profissionais
que estariam lidando com os consumidores deste mercado.

E a situação se agravou com os estímulos quase criminosos que a mídia e
alguns órgãos setoriais fizeram sobre o segmento, estimulando que mais
pessoas, sem a menor formação, ligação ou preparo para lidar com o mercado
pet, investissem suas economias em abertura de novas lojas.

O excesso de pontos de venda gerou a concorrência entre eles, muitas vezes
pautadas em ações não muito éticas e de baixo profissionalismo.

Paralelamente a isso , o mercado consumidor dos produtos e serviços
veterinários veio se transformando em um mercado altamente exigente , e o
segmento se assustou com esta demanda.

Hoje a resistência ao treinamento, à qualificação profissional e à educação
continuada começam a ser quebrados, mas ainda em escala de pequeno porte,
pois por uma simples razão , os profissionais do mercado pet estão se
importando: A competição mudou!! Os paradigmas mudaram!

Hoje a qualificação dos profissionais é um fator de escolha por parte do
consumidor de mercado pet!

Porém, faço aqui a minha crítica como consultor do mercado pet, é
importantíssimo a qualificação técnica , o conhecimento sobre o seu produto
e o seu serviço..porém uma formação humanista, motivacional é
importantíssima pois um fator relegado a segundo plano, mas presente é que
as relações humanas são o fator decisivo na escolha do profissional.

Eu como consumidor quero encontrar um profissional que saiba sobre o que
está falando ou fazendo, que saiba me explicar e que saiba se portar, mas
principalmente que saiba se relacionar..

Não existe mais espaço para os dois pontos críticos, nem para falta de
profissionalismo, nem para o profissional pseudo-estrela que se acha acima
do bem e do mal e sequer sabe dar um sincero bom dia...

Pense nisso!

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